jeudi 17 septembre 2026

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 Já Não Há Mais Caravelas


 Já não há mais caravelas Porque os heróis do passado Voltaram do fim do mundo Enterraram o horizonte Já não há mais caravelas Mas o sonho é que não pára Vai vencendo as tempestades Na distância imaginária Sentados à secretária Para aqui vamos navegando Cá nos vamos afogando Mas a sede não nos larga Para aqui vamos navegando Cá nos vamos afogando Mas a sede não nos larga Será que ainda há fim do mundo Será que ainda há horizonte Já não há mais caravelas Mas a vida é que não pára Vai vencendo as tempestades Da espiral inflacionária Nesta confusão diária Para aqui vamos navegando Cá nos vamos afogando Mas a sede não nos larga Para aqui vamos navegando Cá nos vamos afogando Mas a sede não nos larga Nossos pais naufragaram Para verem o mundo até à última gota de mar Eu também quero ir Eu também quero ir Eu também quero ir Eu também quero ir Eu também quero ir

 

 

  

  

 

 

   

 

 

 

  

  

 

 

 

 

 

 

  

  

 

  

 

  

  

  

 

  

 

 

 

 

   




 Carlos Paião   Cinderela
 

Eles são duas crianças a viver esperanças, a saber sorrir Ela tem cabelos louros, ele tem tesouros para repartir Numa outra brincadeira passam mesmo à beira, sempre sem falar Uns olhares envergonhados e são namorados sem ninguém pensar Foram juntos noutro dia, como por magia, no autocarro, em pé Ele lá lhe disse, a medo: O meu nome é Pedro e o teu qual é? Ela corou um pouquinho e respondeu baixinho: Sou a Cinderela Quando a noite o envolveu ele adormeceu e sonhou com ela Então Bate, bate coração! Louco, louco de ilusão! A idade assim não tem valor Crescer Vai dar tempo pra aprender Vai dar jeito pra viver O teu primeiro amor Cinderela das histórias, a avivar memórias, a deixar mistério Já o fez andar na Lua, no meio da rua e a chover a sério Ela, quando lá o viu, encharcado e frio, quase o abraçou Com a cara assim molhada, ninguém deu por nada, ele até chorou Então Bate, bate coração! Louco, louco de ilusão! A idade assim não tem valor Crescer Vai dar tempo pra aprender Vai dar jeito pra viver O teu primeiro amor E agora, nos recreios, dão os seus passeios, fazem muitos planos E dividem a merenda, tal como uma prenda que se dá nos anos E, num desses bons momentos, houve sentimentos a falar por si Ele pegou na mão dela: Sabes Cinderela, eu gosto de ti Então Bate, bate coração! Louco, louco de ilusão! A idade assim não tem valor Crescer Vai dar tempo pra aprender Vai dar jeito pra viver O teu primeiro amor Cinderela Então Bate, bate coração! Louco, louco de ilusão! A idade assim não tem valor Crescer Vai dar tempo pra aprender Vai dar jeito pra viver O teu primeiro amor Então bate bate coração



 Carlos Paião   Playback
 
  
Podes não saber cantar Nem sequer assobiar Com certeza que não vais desafinar Em play-back, em play-back, em play-back Só precisas de acertar Não tem nada que enganar E, assim mesmo, sem cantar vais encantar Em play-back, em play-back, em play-back Põe o microfone à frente Muito disfarçadamente Vai sorrindo, que é p'ra gente Lá presente não notar Em play-back tu és alguém Mesmo afónico cantas bem Em play-back, A fazer play-back E viva o play-back Hás-de sempre cantar Em play-back, respirar p'ra quê? Quem não sabe também não vê Em play-back A fazer play-back E viva o play-back Dá p'ra toda uma soirée Podes não saber cantar Nem sequer assobiar Com certeza que não vais desafinar Em play-back, em play-back, em play-back Só precisas de acertar Não tem nada que enganar E, assim mesmo, sem cantar vais encantar Em play-back, em play-back, em play-back Abre a boca, fecha a boca Não te enganes, não te esganes Vais ter uma apoteose Põe-te em pose, p'ra agradar Em play-back é que tu és bom A cantar sem fugir do tom Em play-back A fazer play-back E viva o play-back Hás-de sempre cantar Com play-back até pedem bis Mas decerto, dirás feliz Em play-back A fazer play-back E viva o play-back Agradeces e sorris Podes não saber cantar Nem sequer assobiar Com certeza que não vais desafinar Em play-back, em play-back, em play-back Só precisas de acertar Não tem nada que enganar E, assim mesmo, sem cantar vais encantar Em play-back, em play-back, em play-back Em play-back, em play-back, em play-back Em play-back, em play-back, em play-back





Grupo de Baile  Patchouly


 
 
 

 
 
 
 Cristina (Beleza é fundamental)
 
 
 
 Abriste uma excepção só para ele A vida tem destas coisas Pensaste que pra ti era um amigo Mas não te via assim  Dizes que te guardaste só para ele Ficaste sempre à espera E estás cansada de tanto tempo a esperar Agora és uma fera!  Cristina, não vais levar a mal, mas beleza é fundamental Cristina, não vais levar a mal, mas beleza é fundamental Woah, ha  Essa imagem na tua cama está Ainda bem real E as coisas que me contaste têm para ti Valor emocional  Hoje tu não precisas de proteccção És dona de ti mesma Já não tens que ter medo da escuridão Nem te deitares cedo  Cristina, não vais levar a mal, mas beleza é fundamental Cristina, não vais levar a mal, mas beleza é fundamental Ha  Se essa imagem na tua cama está Ainda bem real As coisas que me contaste têm para ti Valor emocional  Hoje tu não precisas de protecção És dona de ti mesma Já não tens que ter medo da escuridão Nem de te deitares cedo  Cristina, não vais levar a mal, mas beleza é fundamental Cristina, não vais levar a mal, mas beleza é fundamental Cristina, não vais levar a mal, mas beleza é fundamental Cristina, não vais levar a mal, mas beleza é fundamental Ha  Au, cristina!
  
 
 
 
 
 
  

 
 
 











 
 
 
 
  











Perfume patchouly

 
João Pedro Henrique 
 




ganzas na paragem do eléctrico










  
 
 Ai que bem cheiras, que bem cheiras dos sovacos As meias rotas e os sapatos descascados Nas avenidas ainda fazes os teus engates E tudo graças ao perfume patchouly  O-ho, o-ho, o-ho O-ho, o-ho, o-ho O-ho, o-ho, o-ho O-ho, o-ho, o-ho  Essas miúdas das escolas secundárias Com cheiro a leite e o soquete pelo artelho Ficam maradas com o teu charme perfumado, yeah O teu perfume patchouly  O-ho, o-ho, o-ho O-ho, o-ho, o-ho O-ho, o-ho, o-ho O-ho, o-ho, o-ho  Essas miúdas das escolas secundárias Já fumam ganzas na paragem do eléctrico Conversas parvas com mais buço que pintelho Não dizem duas quando estão ao pé de ti  O-ho, o-ho, o-ho O-ho, o-ho, o-ho O-ho, o-ho, o-ho O-ho, o-ho, o-ho  O que elas gostam de te ver e de cheirar O teu perfume patchouly O que elas gostam de te ver e de cheirar O teu perfume patchouly O que elas gostam...
 
 


Xeque-Mate  Filhos Do Metal (TV RTP 2,1984


Filhos do Metal Xeque-mate  Como os ratos da noite, Um de nós, cada esquina; Procurados pela lei, Cabeça a prémio na vila  Porque somos filhos do metal! Não temos papas na língua, Ninguém nos há-de calar! A vossa hora chegou! Temos ordens p ' ra matar! Porque somos filhos... Porque somos filhos... Porque somos filhos do metal! Não temos medo a ninguém! Que venha o papa ou o presidente! Que grande festa vai ser, Vamos linchar muita gente! Porque somos filhos do metal! Ao metralhar das guitarras, Marcharemos sobre a cidade! Reduziremos a " metais " " Melões " de qualquer idade! Porque somos... Porque somos... Porque somos filhos do metal!


 
GNR  Juanita has got a brand new car I gave her the money She's been dealing at the bar And she jumps Que maravilla She's only 15 she's learned a lot You know what I mean You know what I mean Oh you got to see her on the streets Ai Ai Ai the Puerto-Rico girl  Mimi frenchy glass girl Puts lipstick (traces) All over the world I gave her the permit For her french service She licks she sucks Que rico Oh she does it Oh she does it  Oh you got to see it on streets Ai Ai Ai the Puerto-Rico show  Marlene is the last of the Goering's Tits full of cke nothing under the stockings (Cocaine) And she gets high  Conchita OIGA you do the smack You're new in the business Let's say at half past seven I want you back All right?



TNT   Tudo


 
 
 
 
Carlos Paião - Marcha Pião das Nicas
 

 Marcha do Pião das Nicas Carlos Paião  Anda p'la vida à futrica O estica larica, o mangas portuga Fecha-se em copos e copas Cafés e cachopas, trabuca e madruga  Galfarro afiambrado, pachola arremelgado De grimpa levantada e garrafal Amigo do amigo, farelo e muito umbigo Vestiu-se e veio a pé pró arraial  Viva o Santo António, viva o São João! Viva o 10 de junho e a Restauração! Viva até São Bento, se nos arranjar! Muitos feriados para festejar!  Gosta de armar ao efeito Baboso e com jeito pra ser bagalhudo Mas na mulher do carteiro Já manca o dinheiro, alfaces e é tudo!  Se ele anda com nerveco grazina dum caneco Lá vai o lascarino pró granel E faz as partes gagas, fosquinhas de aldiagas Palrando até fazer grande arranzel  Chorou por causa da seca, que a terra ficou viúva Até correu seca e Meca, fartou-se de pedir chuva A chuva quis-lhe agradar, banhou a terra as culturas A água deu-lhe p'la barba há fome em farturas  Ás vezes já nem petisca A doença na isca é má pró vistaço Os vinhos e os jaquinzinhos São só descaminhos, vai dar ao esquinaço  És tu Pião das Nicas das bocas e das dicas Que pegas nos calcantes e te vais Adeus leão dos trouxas, chupado das carochas Que foste no embrulho uma vez mais  Viva o Santo António, viva o São João! Viva o 10 de junho e a Restauração! Viva até São Bento, se nos arranjar! Muitos feriados para festejar!  Viva o Santo António, viva o São João! Viva o 10 de junho e a Restauração! Viva até São Bento, se nos arranjar! Muitos feriados para festejar!
 
 Tudo no Ar
 
Se me distrai, que mal que tem?Se é o que me faz buscar teu amorA cor que sai, dos olhos têmTons de cristais, dias de calorQuero dizer, não dáPalavras não se têmFica tudo no ar, ah-ah-ahQuero esquecer, não dáImagens que me vêmTô sempre a te enxergar, ah-ah-ahE quando cai, bem perto vemPra me curar de toda a dorE no final, a gente saiSem dizer bye, meu amorQuero dizer, não dáPalavras não se têmFica tudo no ar, ah-ah-ahQuero esquecer, não dáImagens que me vêmTô sempre a te enxergar, ah-ah-ahSe quiser, posso te ajudar com:

NZZN    Vem daí 
  
 
Quando as trevas se dissipsiparam, quando amanheceu, o Homem feliz vivia sem dor. Quando depois a escuridão tornou a noite solidão e o Homem sofria sem o seu Senhor. Vem daí, vem daí.  é Deus que te chama, é Deus que te Solama. O Deus que os homens precisam de olhar. Vem daí, vem daí.  é Deus que te manda pelo mundo inteiro. És o sal da terra, Luz sempre a brilhar.  Quando apareceu Jesus, quando ele se fez pão, alguns entenderam e deram as mãos. Houve porém quem cheio de si virasse as costas à verdade, ao Deus da história à eternidade. Estás aqui tu que acreditaste naquela cruz, naquela hora. Também tu agora te queres ir embora. O mundo porém precisa de ti, dos jovens que hoje se querem dar e a toda a gente Cristo anunciar,vem dai.


 
 
Trovante   Xácara das Bruxas Dançando


Ó castelos moiros, armas e tesoiros Quem vos escondeu Ó laranjas de oiro que ventos de agoiro Vos apodreceu Há choros ganidos, à luz das cavernas Onde as bruxas moram Onde as bruxas dançam, quando os mochos amam E as pedras choram Caravelas, caravelas mortas sob as estrelas Como candeias sem luz Os padres da inquisição Fazendo dos vossos mastros Os braços da nossa cruz caravelas As bruxas dançam de roda Entre o visco dos morcegos Dançam de roda raspando As unhas podres de tojo Na noite morta do fogo Como num tambor de ronjo Caravelas, caravelas mortas sob as estrelas Como candeias sem luz Os padres da inquisição Fazendo dos vossos mastros Os braços da nossa cruz caravelas Ó castеlos moiros, armas e tesoiros Quem vos еscondeu Ó laranjas de oiro que ventos de agoiro Vos apodreceu Há choros ganidos, à luz das cavernas Onde as bruxas moram Onde as bruxas dançam, quando os mochos amam E as pedras choram Caravelas, caravelas mortas sob as estrelas Como candeias sem luz Os padres da inquisição Fazendo dos vossos mastros Os braços da nossa cruz caravelas Caravelas, caravelas mortas sob as estrelas Como candeias sem luz Os padres da inquisição Fazendo dos vossos mastros Os braços da nossa cruz caravelas





 

 

 

  

 

 

 

   

 

 

 

 

  

 

 

 
 
 

 

 





  

 

   

 

 

 

 



 

 

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