mercredi 2 septembre 2026

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João Henrique Pedro

A Avó, o Avô e os Netos, a Mãe e o Pai










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Pedro Team 70´s Klon Deutschland DE Germany



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Mestre


Mestre Nada de novo debaixo do Sol Nada de justo debaixo dos Céus Apenas teus servos suados Arando lentamente Na tarde quente Mestre Dos que partiram nem a sombra voltou Os que ficaram já a guerra levou Só restam os servos suados Cavando lentamente Na tarde quente Mestre Os que se ergueram já a vida curvou Os que gritavam já a morte calou Que fazer dos servos suados Chorando lentamente Na tarde quente Mestre Se o sofrimento já não serve o Vigário Porque esperamos p'ra mudar o cenário Misericórdia para os servos suados Morrendo lentamente Mestre Se o sofrimento já não serve o Vigário Porque esperamos p'ra mudar o cenário Misericórdia para os servos suados Morrendo lentamente

Agente Altamente Secreto


Sou agente desonesto, venerando e aplicado, duplo triplo é me indiferente infiltrei-me no estado. insensível ao desastre refinando com a idade fui chegando pouco a pouco a mestre da publicidade tenho vinte disfarces e figuras que esgueiram por bares e vielas escuras. Beijo a pátria com o beijo do judas que a traição pelas costas sempre foi mais segura e porquê servir patrões demais tive que abater tive que abater amigos e rivais. Solidão, quem me dera o amigo de verdade. Sempre olhando em volta suspeitoso vou escutando o meu sistema nervoso (estado), sou amigo da onça (Bar Onça Lisboa (Animal metade leão metade lontra) (Amigo da onça, um mau amigo) que mais paga, a luta é sega e ninguém sabe se há futuro. Sou agente altamente secreto, duplo triplo já não sei nem já de perto e porquê servir patrões de mais tive que abater amigos e rivais, solidão, ai quem me dera o amigo de verdade.

(Data da canção 1977 RTP radio jornais 70´s 80´s)
Onça - Bar Discoteca, Avenida da Liberdade, Lisboa (DN Diário de Noticias)
(Bar Onça Lisboa (Animal metade leão metade lontra) (Amigo da onça, um mau amigo)


Pouca Terra


Parecem folhas no Outono que secam e caem Eles são levados pelo vento sem saber para o que partem Mas partem Vão carregados de saudade enquanto os outros os esquecem Pega na trouxa, no retrato, vai-te embora, vai, vai, vai, adeus Pouca terra, pouca terra Minha terra, não te vejo mais Trazem o fato de Domingo quando esperam no cais Vão empurrados pelos sonhos a fugir das certezas tristes demais Vão procurar no horizonte o que aqui não tiveram Pega na trouxa, no retrato, vai-te embora, vai, vai, vai, adeus Pouca terra, pouca terra Minha terra, não te vejo mais Parecem folhas no Outono que secam e partem Eles são levados pelo vento sem saber para onde caem, mas caem Vão procurar no horizonte o que aqui não acharam Pega na trouxa, no retrato, vai-te embora, vai, vai, vai, adeus Pouca terra, pouca terra Minha terra, não te vejo mais Parecem coisas do destino quando choram no cais Levam no bolso uma morada para vencerem o medo de não terem iguais Vão carregados de miséria enquanto os outros os esquecem Pega na trouxa, no retrato, vai-te embora, vai, vai, vai, adeus Pouca terra, pouca terra Minha terra, não te vejo mais Vai, vai, vai, adeus Pouca terra, pouca terra Minha terra, não te vejo mais Vai, vai, vai, adeus Pouca terra, pouca terra Minha terra, não te vejo mais Pouca terra, pouca terra Minha terra, não te vejo mais Pouca terra, pouca terra Minha terra, não te vejo mais Pouca terra, pouca terra Minha terra, não te vejo mais


Terra


Rio




Monte Abraão Queluz Ocidental


Sintra



Neptuno
Largo Dona Estefânia 22



João Henrique 


Rosa Mãe Henrique, Irmão, Henrique, ...  


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