Madredeus
Os senhores da guerra
Lá fora estão os senhores da guerra E cantam já hinos de vitória Lá fora estão os senhores da guerra E cantam já hinos de vitória Qual é a historia desta terra? É o medo, ali mesmo Cá dentro estão os homens à espera Unidos no destino da terra Cá dentro estão os homens à espera Unidos no destino da terra Já não há memória de paz na terra É o medo, ali mesmo À terra, mais um dia a nascer Ai, é menos um dia a morrer É tão pouca a glória duma guerra E os homens que as fazem sem vitórias Já não há memória, de paz na terra É o medo, ali mesmo À terra, mais um dia a nascer Ai, é menos um dia a morrer À terra, mais um dia a nascer Ai, é menos um dia a morrer É menos um dia a morrer
When birds die, they fall from the sky, fall from the trees, from the rooftops of houses, from window curtains, from door locks, from the steps of stairs. When they depart, they take their souls with them, walk silently across the lands, walk through the lands and memories of their past, through the memories of their earthly lives, until they find the nests where they were born.
O Pastor
Ai, que ninguém volta Ao que já deixou Ninguém larga a grande roda Ninguém sabe onde é que andou Ai, que ninguém lembra Nem o que sonhou Aquele menino canta A cantiga do pastor Ao largo ainda arde A barca da fantasia O meu sonho acaba tarde Deixa a alma de vigia Ao largo ainda arde A barca da fantasia O meu sonho acaba tarde Acordar é que eu não queria Ao largo ainda arde A barca da fantasia O meu sonho acaba tarde Deixa a alma de vigia Ao largo ainda arde A barca da fantasia O meu sonho acaba tarde Acordar é que eu não queria
Dulce Pontes Canção do Mar
Fui bailar no meu batel Além do mar cruel E o mar bramindo Diz que eu fui roubar A luz sem par Do teu olhar tão lindo Vem saber se o mar terá razão Vem cá ver bailar meu coração Se eu bailar no meu batel Não vou ao mar cruel E nem lhe digo aonde eu fui cantar Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo Vem saber se o mar terá razão Vem cá ver bailar meu coração Se eu bailar no meu batel Não vou ao mar cruel E nem lhe digo aonde eu fui cantar Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo
Ao Longe o Mar
Porto calmo de abrigo De um futuro maior Ainda não está perdido No presente temor Não faz muito sentido Já não esperar o melhor Vem da névoa saindo A promessa anterior Quando avistei Ao longe o mar Ali fiquei Parado a olhar Sim, eu canto a vontade Canto o teu despertar E abraçando a saudade Canto o tempo a passar Quando avistei Ao longe o mar Ali fiquei Parado a olhar Quando avistei Ao longe o mar Sem querer, deixei-me ali ficar
A vaca de fogo
Na porta daquela igreja Vai um grande corropio Na porta daquela igreja Vai um grande corropio Nas voltas de uma coisa velha Reina grande confusão Nas voltas de uma coisa velha Reina grande confusão Os putos já fogem dela Deitam fogo a rebentar Os putos já fogem dela Deitam fogo a rebentar Soltaram uma vaca em chamas Com um homem a guiar Soltaram uma vaca em chamas Com um homem a guiar São voltas Ai amor são voltas São as voltas São as voltas da maralha Ai são voltas Ai amor são voltas São as voltas da canalha Ai são voltas Sete voltas São as voltas da maralha Ai são voltas Sete voltas São as voltas da canalha Na porta daquela igreja Vive o ser tradicional Na porta daquela igreja Vive o ser tradicional Nas voltas de uma coisa velha E não muda a condição Nas voltas de uma coisa velha E não muda a condição Na porta daquela igreja Vai um grande corropio Na porta daquela igreja Vai um grande corropio Nas voltas de uma coisa velha Reina grande confusão Nas voltas de uma coisa velha Reina grande confusão São voltas Ai amor são voltas São as voltas São as voltas da maralha Ai são voltas Ai amor são voltas São as voltas da canalha Ai são voltas Sete voltas São as voltas da maralha Ai são voltas Sete voltas São as voltas da canalha
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