


CML
Corvos Medley Português
Perfume Patchouly, Chiclete, Esta vida de marinheiro
João e Tânia Sónia Ricardo
The crows
amarelos abelhas
Olá Lisboa, pela primeira vez. Olá Lisboa, pela primeira vez. Lembro-me de ti como se fosse um regresso a casa. As ruas escuras à noite, o medo de quem quer voltar, e passo por ti condenado a sentir um vazio na hora de te abandonar. A lembrança de quem quer ficar, A cidade por descobrir, um adeus, vou partir. Lisboa, és só tu e eu, Lisboa, és só tu e eu. Confesso-me a ti Ó cidade de noite encantada, lembras-me a vontade, hoje eu vou ficar, agarro-me a ti. Confrontado a saudade que sinto, a hora está-se a aproximar, as memórias de quem quer voltar, um segredo que vou descobrir, o adeus, vou partir. Lisboa, és só tu e eu, Lisboa, és só tu e eu, E passo por ti condenado ao vazio. A ansia de querer voltar, o adeus que não te vou dizer. Espero aqui com o mar controlado, a história de ter um passado, a idade de te conhecer, s cidade por descobrir, o adeus, vou partir, Lisboa, és só tu e eu, Lisboa, és só tu e eu.

Team
Nuno Aurora Henrique
Rui NGR Pedro
Homem do leme
HSI... Leme. HSI... Rua do Carmo.
Sozinho na noite, um barco ruma, para onde vai? Uma luz no escuro brilha a direito, ofusca as demais. E mais que uma onda, mais que uma maré, tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé. Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade, vai quem já nada teme, vai o homem do leme. E uma vontade de rir nasce do fundo do ser, e uma vontade de ir, correr o mundo e partir, a vida é sempre a perder. No fundo do mar Jazem os outros, os que lá ficaram em dias cinzentos. Descanso eterno lá encontraram, e mais que uma onda, mais que uma maré, tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé. Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade, vai quem já nada teme, vai o homem do leme. E uma vontade de rir nasce do fundo do ser, e uma vontade de ir, correr o mundo e partir, a vida é sempre a perder. No fundo do horizonte sopra o murmúrio, para onde vai? No fundo do tempo cresce o futuro, É tarde demais. E uma vontade de rir nasce do fundo do ser, e uma vontade de ir, correr o mundo e partir, a vida é sempre a perder. E uma vontade de rir nasce do fundo do ser, e uma vontade de ir, correr o mundo e partir, a vida é sempre a perder.




Semen
Semen, semen, semen, semente dum corpo que sai do corpo da gente. Velha disputa do sexo nunca é quem se espera, terá isso nexo? Será menino ou menina? Ao pai pouco importa, é mais um anexo. Mas ninguém vê o que tem, só vê o que não tem. Mas ninguém vê o que tem, só vê o que não tem. Semen, semen, semen, semente dum corpo que sai do corpo da gente, Velha disputa do sexo, nunca é quem se espera, terá isso nexo? Será menino ou menina? Ao pai pouco importa, é mais um anexo Mas, ninguém vê o que tem, só vê o que não tem Mas ninguém vê o que tem, só vê o que não tem. Mas, ninguém vê o que tem, só vê o que não tem.
Discurso de agradecimento para quem vem do Porto, de Faro, Santiago do Cacém, Almada, Olivais, Tim Team, para quem vem do Rato, de Queluz (Casa Branca)
Xaninha Linda
Mas ninguém vê o que tem, só vê o que não tem.
Se me amas If you love me
Se me amas, se me queres, não procures aquilo que não há em mim. Se me amas, se me queres, não me prendas prendas sempre ao pé de ti. Se me amas, se me queres, não faças de mim palhaço, não quero ser um fracasso nas tuas mãos, já te disse toma cuidado que o amor quere-se bem passado. Quando chega a submissão, quando chega a obrigação, há por aí muitas damas. Se me amas, se me amas, se me queres, não me faças nunca, nunca dizer que não. Se me amas, se me queres, não faças de mim palhaço, não quero ser um fracasso nas tuas mãos... já te disse toma cuidado,que o amor quere-se bem passado. Quando chega a submissão, quando chega a obrigação, há por aí muitas damas Se me amas, já te disse toma cuidado que o amor quere-se bem passado. Quando chega a submissão, quando chega a obrigação, há por aí muitas damas. Se me amas, se me amas, se me amas, se me, se me amas, Se me amas, se me amas, se me, se me, se se me, se me amas


Mas o que é que eu vou fazer? Eu vou pra longe, pra muito longe, fazer-me ao mar, num dia negro, vou embarcar num barco grego, Falta-me descobrir, há tantas portas por abrir, nuvem branca, nuvem preta, a passar entre os céus e as terras. Onde estou? O que estou aqui a fazer? Para onde quero ir? O que vou fazer aqui antes de me ir embora? O que vou fazer num outro lugar? Quero, quer eu queira. quer não queira, houve sempre e haverá sempre uma fronteira, uma luta, um contra, a teimosia, a insistência, os interesses e o trabalho dos podres desta sociedade amarela.
Esta cidade
Quer eu queira, quer não queira, esta cidade há-de ser uma fronteira e a verdade cada vez menos, cada vez menos verdadeira. Quer eu queira, quer não queira, no meio desta liberdade, Filhos da puta sem razão e sem sentido, No meio da rua, nua, crua e bruta, Eu luto sempre do outro lado da luta (luta, luta). A polícia já tem o meu nome, a minha foto está no ficheiro, Porque eu não me rendo, porque eu não me vendo, nem por ideais, nem por dinheiro, E como eu sou e quero ser sempre assim, um rio que corre sem princípio nem fim. O poder podre dos homens normais está a tentar dar cabo de mim, cabo de mim.
Prisão em si
E numa prisão em si, não saindo do que é seu, foi esquecido, adormeceu. À procura do amanhã. andam homens inseguros, erguem escadas, partem muros, A nós os montes imundos, dêem-nos os vales profundos, sítios onde ê impossível ir, ergam escadas, partam muros
As Torres Da Cinciberlândia
Ele há um sítio entre a estrada e o mar, que fica de fora para quem lá quer chegar. Tem uma porta escondida pelo azar, que só se abre para quem lá quer entrar. Às tantas pensas que é tudo a brincar. É todo o espaço que cresce com o teu ser. É o tempo que se dobra ao passar. Será real tudo o que estás a ver. Já vi as torres da Cinciberlândia, são sete torres a riscar o céu. Já vi as torres da Cinciberlândia com os olhos que Deus me deu. Sete e tão altas que devem ultrapassar o fim do mundo, até o fim do ar. Ninguém lá mora, só servem para brilhar, p'ra quem as vê, p'ra quem lá quer chegar. Já lá voltei, procurei o lugar, não o achei, cansei-me de andar, já era tarde, não ia mais voltar, Aquele sítio entre a estrada e o mar. Já vi as torres da Cinciberlândia, são sete torres a riscar o céu. Já vi as torres da Cinciberlândia com os olhos que Deus me deu.
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Vossa Excelência
Estão nas mangas dos senhores ministros, nas capas dos senhores magistrados, nas golas dos senhores deputados, nos fundilhos dos senhores vereadores, nas perucas dos senhores senadores. Senhores! Senhores! Senhores! Minha senhora! Senhores! Senhores! Filha da Puta! Bandido! Corrupto! Ladrão! Filha da Puta! Bandido! Corrupto! Ladrão! Sorrindo para a câmera sem saber que estamos vendo. Chorando que dá pena quando sabem que estão em cena para as câmeras sem saber que são filmados Um dia o sol ainda vai nascer quadrado. Estão nas mangas dos senhores ministros, nas capas dos senhores magistrados, nas golas dos senhores deputados, nos fundilhos dos senhores vereadores, nas perucas dos senhores senadores. Senhores! Minha senhora! Minha senhora querida! Senhores! Senhores! Filha da Puta! Bandido! Corrupto! Ladrão! Filha da Puta! Bandido! Malditos! Ladrão! Ordem da assembleia da republica. Não é debaixo da pressão da opinião publica que vamos tomar qualquer decisão. Um dia quando tudo tiver caído no esquecimento, aí sim, será feita justiça. Isso não prova absolutamente nada cidadão! Sob pressão da opinião pública é que não haveremos de tomar nenhuma decisão! Vamos esperar que tudo caia no esquecimento, Sim! Aí então faça-se a justiça! Sorrindo para a câmera, sem saber que estamos vendo. Chorando que dá pena, quando sabem que estão em cena para as câmeras sem saber que são filmados. Um dia o sol ainda vai nascer quadrado, estamos preparando vossas acomodações, excelência Filha da Puta! Bandido! Corrupto! Ladrão! Filha da Puta! Bandido! Corrupto! Ladrão! Filha da Puta! Bandido! Corrupto! Ladrão! Filha da Puta! Bandido! Corrupto! Ladrão! Impostor.






A PODRIDÃO DOS PODRES

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